Richard Serraria "Vila Brasil" / Free download dos MP3 das canções

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segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Percursos Urbanos na 7ª Bienal com Richard Serraria e Júlio Lira


Sábado dia 14 de novembro, saída 14h, Grátis!

domingo, 1 de novembro de 2009

Dia 04/11 Richard Serraria em Montevidéo

sábado, 31 de outubro de 2009

Gravações, viagens e próximos shows

Sexta gravamos as 3 primeiras bases daquilo que será o próximo disco solo de Richard Serraria. O triunvirato responsável pelo êxito do disco Vila Brasil está de novo reunido para realizar mais coisas bacanas (foto de Gabriela M.O com os 2 capangas em destaque): Ângelo Primon na direção de arranjos, Marcelo Corsetti na produção musical e Richard Serraria nas composições e voz.



Esse é iluminado, não há como negar!!!



E esse é todo concentração!

Pampa Esquema Novo deverá ser lançado em 2010 e na próxima semana sigo para Montevidéo onde toco na quarta feira na Sala Zitarrosa, participação especial no show de Juan Schellemberger que na quinta gravará piano e dirigirá a gravação de bandoneon com Sérgio Astengo. Na volta dia 06 farei uma aula show na Faculdade de Osório, 19:30h sexta feira, violão e voz falando de Literatura, Arte e Canção. Sábado tem show com Filipe Narcizo no baixo e voz, Kino na bateria e voz mais Serraria violão e voz na Feira do Livro do bairro Cristal, 19h, dia 07 de novembro.

terça-feira, 27 de outubro de 2009

Retrato de um artista quando independente


Sou contra a forma como o ECAD funciona atualmente sobretudo no que diz respeito à prática nefasta do jabá mas não a favor do fim do ECAD pois é justo que compositores e instrumentistas recebam por direitos autorais e/ou conexos. Assim a reformulação da instituição não pressupõe seu fim, ao menos no meu ponto de vista. A Lei nº 9610/98, promulgada em 19 de fevereiro de 1998 e que deve ser reformulada a partir da discussão que vem sendo capitaneada pelo Ministério da Cultura, em parte trata disso: criar mecanismos de controle de parte da sociedade civil que permitam um funcionamento mais adequado do ECAD, não somente privilegiando os grandes conglomerados e/ou artistas consagrados através do modelo de amostragem, por exemplo.

Quanto às gravadoras e editoras vale o mesmo, ou seja, a questão não é de abolição mas de reformulação de tais instâncias. Já lancei disco com gravadora, pequena é verdade, mas que funcionou de maneira positiva na época, 2001, pagando custos de estúdio e trabalhando conjuntamente na divulgação o que tampouco não significava jabá. Ou seja, dependendo da gravadora e da relação estabelecida pode haver uma parceria e não um modelo de expropriação como muitas vezes é praticado.

Desde então, eu mesmo edito algumas das minhas canções e em tais casos faço contratos sempre de no máximo 2 anos, explicitando condições no contrato que sejam vantajosas sob meu ponto de vista mediante análise minuciosa da parte escrita sempre com a presença de um advogado de minha confiança que me acompanha nessas questões. Mesmo advogado que me deu guarida há tempos atrás perante a peleia contra a OMB, que diminuiu de tamanho mas que num dado momento histórico quase ao fim do século XX era um entrave gigantesco para quem queria trabalhar na área musical e tampouco não queria se submeter aos desmandos de uma entidade que se dizia representativa mas que na prática só se manifestava no sentido de manter seus privilégios de arrecadação sem contrapartida real aos músicos.

A reformulação sim é urgente mas não vejo necessidade de levantar a questão de abolir tais agentes do processo pois isso seria leviano para não dizer pueril, mesmo que eu quisesse isso não vai acontecer, no caso o desaparecimento dos mega conglomerados da indústria fonográfica. Todavia não quer dizer que se deva aceitar tudo como está, pelo contrário, luto pela mudança e acho que ela é cabível através de uma atitude consciente e que pressuponha uma contrapartida concreta de parte do artista/ativista. Como? Pressionando pela aprovação de uma nova lei de direito autoral que possa abarcar novas questões nessa relação com o mercado fonográfico, em que a internet quebrou paradigmas sem dúvida mas não é a solução para tudo afinal precisa-se gravar ainda, precisa-se prensar, precisa-se divulgar e para tanto não existe um único caminho, sendo que o processo antes descrito é extremamente caro ainda, mesmo com o advento dos home estúdios e com a possibilidade de circulação de conteúdos proporcionada pela internet. A crise da indústria fonográfica penso que corrobora meu pensamento em parte e outra saída é a busca de autonomia pessoal através de uma consciência crítica cada vez mais presente de parte do agente cultural, se posicionando concreta e objetivamente exigindo mudanças perante o ECAD e ainda na relação com associações recolhedoras de direitos autorais. Outra alternativa é a negociação de contratos em melhores condições com editoras, por exemplo, bem como o avanço dos agentes culturais no sentido de eliminar intermediários, no caso específico, transformando-se e registrando-se enquanto produtor fonográfico quando a parte dos custos de gravação, mixagem, masterização, prensagem e até mesmo divulgação junto à imprensa ficam a cargo do artista e/ou produtor cultural."

São ideias minhas por hora, não são a solução definitiva pois isso não temos... Boa parte do que explico acima venho experienciando em minha vida artística ou melhor dizendo, na minha condição de cidadão que procura valer seus direitos através da produção de canções e sobretudo através de uma prática que acredito ser de luta.

abç e obrigado
Richard Serraria

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

O jangadeiro não sabe nadar no Unimúsica 2009

terça-feira, 20 de outubro de 2009

A felicidade do Bataclan, ao vivo



Essa canção é uma AUTOPSICOGRAFIA, meu pai tinha acabado de morrer e eu passava no ônibus Intendente Azevedo bem no início da Oscar Pereira em Porto Alegre, exatamente na frente da funerária que havia prestado serviço poucos meses antes... então me veio a frase inicial: "Já fiz muita coisa nessa vida, já fiz pagamento em seis vezes para funerária". O resto veio como que automaticamente num turbilhão. Algumas paradas à frente, antes de descer do ônibus, a letra havia se quedado inteira na folha de papel. Depois passei ao Redenção que impôs o tom menor, indispensável para a dramaticidade do tema e o arranjo teve a colaboração mágica do Espírito Santo, é certo. CD Assim falou Bataclan, 2006. A performance para o Unimúsica foi calculadamente pensada: óculos num trecho específico em que faz-se referência à drogadição e depois o capuz das ruas de qualquer grande cidade no trecho do Sindicato do Crime: "Podia tá roubando ou matando mas to aqui te pedindo só um apoio, qualquer moeda me apoia dusmeu..."

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Nota na imprensa de Buenos Aires sobre o show de Daniel Drexler

Publicado em http://www.leedor.com/notas/3277---micromundo,_de_daniel_drexler.html
Home > Música > Micromundo, de Daniel Drexler





Micromundo, de Daniel Drexler
Por Matías Moyano
Daniel Drexler presenta su nuevo trabajo discográfico. Estuvimos presentes en una de sus presentaciones, te contamos cómo fue el show y de qué se trata “Micromundo”.






“Cuando se trata de átomos el lenguaje sólo se puede usar como en poesía. El poeta tampoco está tan preocupado por describir los hechos como por crear imágenes y establecer conexiones mentales.”
Niels Bohr – Junio 1922

(Texto citado en la contratapa del disco)


Hubo un tiempo en el que una determinada definición de un aspecto de la Física implicaba toda una visión filosófica de la realidad. Un cambio en los parámetros de la ciencia nos obligaba a volver a discutir su significado. A partir de la brillante ecuación de Einstein, comprendimos que el Tiempo y el Espacio no eran independientes uno del otro. Todo es relativo. Además, no olvidemos que en un principio eran los filósofos los que pensaban la Física, como una extensión natural de sus doctrinas. No es extraño entonces que un físico como Niels Bohr, nos hable de poesía para explicar su teoría de los átomos.

Estrecha es la relación entre las ciencias duras y las artes, aunque no siempre nos acordemos.

Lejos de estar ajeno a estas cuestiones, Daniel Drexler se presentó el pasado domingo en Buenos Aires para traernos una muestra de su nuevo disco “Micromundo” en el que, ya desde el título de varias canciones podemos ver algo de este juego.

“La única certeza que tengo es la incertidumbre” (recuerden el Principio de Incertidumbre de la Física Cuántica), “Movimiento Browniano”, “El horizonte de los sucesos” y “Banda ancha” son apenas algunos ejemplos.

Esto no quiere decir, de ningún modo, que las letras hablen de átomos y electrones. Hay metáforas escondidas en los rincones más inesperados, como el modo en que la tecnología influye en nuestras vidas, o el hecho de estar seguros de que es imposible estar seguros de algo.

Existen umbrales que al cruzarlos, nos cambian para siempre; como un juglar, Drexler nos cuenta qué hay del otro lado. Van quedando pocos cantautores genuinos y ninguno, como él.

La experimentación es otro aspecto fundamental en el cual Arte y Ciencia se entremezclan y no es posible hablar de Daniel Drexler sin tener en cuenta este punto, especialmente notorio en sus presentaciones en vivo.

Con muchísimo ingenio y usando con creatividad y sabiduría las herramientas que nos acerca la tecnología, principalmente para generar loops sobre la marcha, este artista uruguayo va creando a pinceladas, una tras otra, cada canción. Hay que destacar también el marcado sentido lúdico a partir del cual, evidentemente, ha sido pensado el espectáculo. Extender el espacio escénico hasta abarcar toda la platea, armado apenas con una guitarra acústica para hacer un “unplugged extremo” o hacer partícipes a todos los presentes para cantar los coros, son solo algunos ejemplos de esta propuesta.

Experimentar, crear y jugar son en este caso prácticamente sinónimos. Son partes de una misma idea, un mismo concepto artístico.

Por otro lado, la participación especial de Zelito y Richard Serraria, dos talentosos músicos brasileros, generaron una mixtura única y bella al juntar las identidades y las músicas de Brasil y Uruguay.

De este modo se nos fue yendo la noche, con un show francamente intimista, casi entre amigos, en donde se fueron sumando al propio Drexler y a Javier Cardellino (a cargo de un set de percusión poco ortodoxo pero brillante), Fernando Mantaras, Pablo Grinjot y Juan “del Plata” como músicos invitados, para terminar cantando con ganas, todos juntos, jugando.








Gravações na Tec Áudio

Gravações na Tec Áudio
Porto Alegre RS, Abril de 2007

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Richard Serraria
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Richard Serraria é poeta, músico, compositor e principalmente pai da Cecília.
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